Como ficam as experiências científicas no regime de aulas não presenciais?

31.08.2020

Estimular a curiosidade científica no regime de aulas não presenciais é um desafio para os educadores. No INSP, o interesse pela Ciência ganhou um sabor especial nas aulas do professor Marcos Magalhães, que estimulou a construção de conhecimentos acerca das unidades estruturais e funcionais de todos os seres vivos a partir de uma unanimidade do universo gastronômico, a pizza.

 

A proposta, batizada de CELULIZZA, desafiou os estudantes a reproduzir as estruturas celulares a partir dos ingredientes usados na elaboração de uma pizza. Eles puderam escolher o tipo de célula que queriam representar, desde que apresentassem suas estruturas, funções, onde se localizam e como se distribuem as organelas.  Até a preparação da massa estava dentro da proposta, já que ela é feita via fermentação, que se dá a partir da respiração celular anaeróbica. 

 

“Além de promover a assimilação e fixação do conteúdo de forma criativa, a atividade também estimulou a integração familiar em seu melhor momento, o de degustar a guloseima”, explica o professor.

 

A iniciativa faz parte da proposta do projeto Astromax que estimula, de maneira inovadora e dinâmica, a curiosidade e o interesse científico nos estudantes do Ensino Fundamental II, e está dentro do Programa A Grande Conquista, diferencial pedagógico da Rede Piedade de Educação.

 

Assista abaixo os vídeos dos alunos confeccionando sua CELULIZZA:

 

 

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